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Posted by Edwardo di Vinni Sales on 10:11

O Cineclube Mossoró terá o prazer em exibir, em Sessão Especial do Dia dos Namorados: “DIO, COME TI AMO”, dia 11/06 (sábado). ENTRADA FRANCA. A sessão será a partir das 19:00hr, no Hotel Villa Oeste, e após, ocorrerá o costumeiro debate. CLASSIFICAÇÃO LIVRE. Filme LEGENDADO.

· Haverá o sorteio de um filme em DVD original, após a sessão.


Sinopse:

A inesquecível cantora Gigliola Cinquetti interpreta a bela e inocente jovem de família pobre que se apaixona pelo noivo rico de sua melhor amiga. Emocionados com a paixão da moça, seus familiares a fazem se passar por uma princesa para que ela possa viver este romance impossível.

Título Original: Dio, come ti amo

Gênero: Drama/Romance/Musical

Duração: 107min

Ano de Lançamento: 1966 (Espanha/Itália)

Direção: Miguel Iglesias

Trailer do filme: http://www.youtube.com/watch?v=EPO0NuucocE



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Plantas!

Posted by Anna Paula Brito on 21:50
Essas são os alvos preferidos das minhas fotografias. A natureza, de uma maneira geral, me atrai, mas as plantas com suas cores e formas me encantam.








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Novo Departamento trás mudanças para a Entensão da UERN.

Posted by Anna Paula Brito on 15:59
A Pro - reitoria de Extensão da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte está passando por um processo de reestruturação na área cultural, com a criação do Departamento de Cultura e Arte. Esse Departamento tem por objetivo o desenvolvimento de novas ações culturais dentro da universidade, que envolvam tanto a comunidade acadêmica, quanto para a comunidade externa a UERN.

Embora a universidade conte hoje com diversos projetos de extensão (muitos deles vindos de outros campos), ainda não foi possível agregá-los ao novo departamento. Do que foi trabalhado para 2010, por exemplo, apenas o Festival de Teatro da UERN - FESTUERN - se concretizou, juntamente com algumas aprovações de projetos que vão receber recursos federais para a realização no próximo ano.

Em 2011 entra em cena o EDUCARTE, que se trata do um programa que envolve três projetos, sendo estes nas áreas de Artes Cênicas (teatro e dança), Artes Visuais (documentários e filmagens) e Música. O EDUCARTE será realizado em três escolas da cidade, onde os envolvidos terão a oportunidade de aprender essas artes e no final do ano poderão mostrar o resultado desse trabalho em uma apresentação no ginásio da UERN.

Além desse projeto, o Departamento de Cultura e Artes também tem uma nova proposta para o FESTUERN. O Projeto, que durante 10 dias é palco de apresentações culturais feitas por alunos de escolas públicas de Mossoró e região, chega em 2011 a sua VIII edição. Segundo o Chefe do Departamento, Professor Adalberto Veronese, em reunião com o Secretário Estadual de Educação, buscou-se firmar o compromisso do estado para com o Festival não só em 2011, mas durante os próximos quatro anos da nova gestão. A proposta é a ampliação do FESTUERN e um maior envolvimento dentro das escolas. “Propomos um acompanhamento das atividades didático-pedagógicas dentro das escolas, onde elas vão receber temas de teatro e essas apresentações vão ser trabalhadas nas escolas de forma interdisciplinares.”, diz o Professor Adalberto Veronese.

A nova proposta busca ainda a criação do circuito FESTUERN, que acontecerá após o evento. A idéia é que as escolas que tiverem as melhores apresentações durante o festival possam refazê-las em outras escolas do estado com recursos do caixa escolar.

O Departamento de Cultura e Artes vem somar ao quadro de eventos culturais da UERN. Ele trás benefícios não só a comunidade acadêmica, mas a todos que direta ou indiretamente se envolvem nesses projetos. Abre oportunidade para que os alunos conheçam outro lado da Universidade que não seja só o de ensino em sala de aula e ainda proporciona a abertura de um número maior de opções culturais para a população em geral.

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Um corredor que mudou a cultura da cidade.

Posted by Anna Paula Brito on 15:54
Composto por nove obras, o Corredor Cultural, em Mossoró, enquanto estrutura física surgiu durante a administração de Rosalba Ciarline, ex-prefeita da cidade. As obras que fazem parte do corredor são a Praça de Skate, da Criança, de eventos, a Estação das Artes Eliseu Ventania, o Teatro Municipal Dix-Huit Rosado, o Memorial da Resistência, a Praça de Convivência, das Fontes e dos Esportes.

Já o Programa Corredor Cultural, é uma idealização da atual administração e foi criado para que a estrutura em equipamentos fosse utilizada da melhor maneira possível. Ele consiste em levar à população a cultura, através de diversos tipos de arte. Por estar focalizando no decorrer da estrutura da Avenida Rio Branco, ganhou o mesmo nome da estrutura.

O programa, juntamente com a estrutura da avenida, trouxe avanços culturais e econômicos para a cidade, gerando emprego e renda para os mossoroenses. Dá a oportunidade para que os artistas locais mostrem seu trabalho e ainda abre espaço para surgimento de novos nomes na música, com as apresentações de música ao vivo na praça de convivência, no teatro, dança e nos recitais que acontecem no memorial.

Segundo a Gerente de Cultura, Clésia Barreto, Mossoró encontra-se hoje, inclusa na rota cultural do Brasil, recebendo incentivos para investimento nessa área. “Mossoró é uma cidade que tem um turismo cultura muito forte.”, diz Clésia.

A Avenida Rio Branco, é hoje o ponto de encontro da cultura da cidade. O espaço mudou o modo de se ver a cultura, principalmente por parte dos jovens. Ao andar pela avenida, pode-se perceber uma concentração de jovens, principalmente, no Teatro, no Memorial e na Praça de Convivência. O Programa despertou na mentalidade desses jovens o gosto pela arte. A Estudante Aryanne Gabrielle, diz que, hoje, os jovens têm acesso fácil a cultura, “os preços dos espetáculos do teatro são baixos, a gente pode assistir recitais no Cafezzal e ainda encontra os amigos nas praças, pra mim é o melhor canto da cidade”, afirma.

O Programa Corredor Cultura está consolidado, mas a estrutura da Avenida Rio Branco ainda tem muito que crescer. Embora boa parte dela já esteja pronta, existem planos para um aumento no número de equipamentos. A praça das fontes, onde hoje funcionam as apresentações de quadrilhas no período junino, será reformada, porém sua estrutura não está definida. O espaço localizado após a praça de esportes será uma grande área verde e a Escola de Artes, futuramente, também ganhará seu espaço no Corredor Cultural.

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Jornalismo Cultural

Posted by Anna Paula Brito on 15:30

Por Viviane Raquel

Falar de Jornalismo Cultural é falar de uma área encantadora e repleta de desafios. Encantadora, pois lida com a arte, a música, o cinema, e permite ao jornalista o contato com diversas culturas. Os desafios encontram-se no própriofazer Jornalismo Cultural e no combate a idéias que rotulam o Jornalismo Cultural como algo fácil e simples.

Não se tem uma data definida para o surgimento do Jornalismo Cultural. A grande maioria de autores da área aponta como marco inicial, a revista diária The Espectator, de 1711, dos ingleses Richard Steele (1672-1729) e Joseph Addison (1672-1719). A revista falava de livros, costumes, óperas, teatro, música, tudo sob um olhar crítico, com uma linguagem culta, porém informal, acessível à sociedade. O propósito era mostrar o conhecimento como algo divertido, interessante. No Brasil, o Jornalismo Cultural ganhou força no final do século XIX, e “dele nasceria o maior escritor nacional, [...], Machado de Assis (1839-1908), que começou a carreira como crítico de teatro e polemista literário [...]” (PIZA, 2004, p. 16).

Hoje, os jornais dedicam-se a matérias sobre política, crimes e tragédias, economia, esporte. A cultura não está entre as principais pautas. Ainda assim, alguns jornais destacam o conteúdo cultural, como o Jornal do Brasil, com oCaderno B e a Folha de São Paulo, com a Folha Ilustrada. Ambos abordam o que é destaque no cinema, televisão, teatro, noticiando eventos culturais do País e do mundo. Tais jornais, entretanto, não são nossos alvos. Pretendemos aqui (por enquanto) abordar o Jornalismo Cultural em Mossoró.

A cidade possui quatro jornais impressos em circulação – Jornal De Fato, O Mossoroense, Correio da Tarde e Gazeta do Oeste. Infelizmente não há um caderno exclusivo para o Jornalismo Cultural. Os eventos culturais são abordados em matérias ou por colunistas. Sempre divulgam peças teatrais em cartaz na cidade, shows com artistas da terra, mas não há um caderno específico para a crítica cultural e análise de filmes lançados ou espetáculos musicais e/ou teatrais. Não dizemos aqui que a cultura não é tema de reportagens em nossos jornais locais, mas reforçamos que é preciso uma maior valorização da cultura local e mesmo nacional em suas publicações.

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